Estás satisfeita com a tua vida profissional?

A pergunta que evitamos fazer: “Isto é mesmo o que quero fazer com a minha vida?”

Durante muito tempo, disseste a ti mesma que tinhas sorte por ter trabalho, que “pelo menos tens um ordenado ao fim do mês”, ou que “não se pode ter tudo”.
Mas há uma voz interna — discreta, mas persistente — que te pergunta:

👉 “É mesmo isto que quero para mim?”
👉 “O meu trabalho preenche-me ou apenas me esgota?”
👉 “Estou a viver ou só a cumprir funções?”

Se te apanhas nestes pensamentos, quero que saibas uma coisa:
Não és ingrata. Nem estás a sonhar demasiado alto. Estás a despertar.

Este artigo é para ti — que sentes que o teu trabalho já não está alinhado com quem és hoje.
Que queres algo mais. Algo com sentido. Algo que te permita ser tu, por inteiro.

📍 Quando o trabalho não te preenche… ele começa a consumir-te

A vida profissional é uma das áreas mais estruturantes da tua identidade e do teu bem-estar.

Passas 8, 9, às vezes 10 horas por dia a trabalhar.
E se esse tempo está desconectado da tua essência, é natural que sintas:

🔹 Cansaço emocional constante
🔹 Irritabilidade sem motivo aparente
🔹 Sensação de vazio ou inutilidade
🔹 Falta de motivação ao acordar
🔹 Questionamento interno: “O que é que eu ando a fazer com a minha vida?”

O problema é que muitas mulheres normalizam estes sinais.
Dizem a si mesmas que é “fase”, que “não se pode gostar sempre do trabalho”, ou que “não há tempo nem espaço para mudar agora”.

Mas aqui está a verdade:
💡 Ignorar esta desconexão profissional acaba por afetar todo o teu equilíbrio interior.

📍 O impacto do trabalho em todas as áreas da tua vida

Talvez aches que a tua insatisfação profissional se limita “ao trabalho”.
Mas ela espalha-se — como uma tinta que pinga num copo de água límpida.

📌 Na tua saúde emocional → Sentes ansiedade, frustração, insatisfação crónica.
📌 Nos teus relacionamentos → Chegas a casa esgotada, impaciente, desconectada.
📌 No teu corpo → Tensão muscular, enxaquecas, fadiga…
📌 Na tua autoestima → Começas a duvidar de ti, a sentir que “não és capaz”, que “é tarde demais”.
📌 Na tua espiritualidade → Desconectas-te de ti, da tua intuição, do teu sentido de propósito.

A tua dimensão ocupacional não é apenas sobre o teu emprego.
É sobre a forma como tu te colocas no mundo.
É sobre a energia que recebes (ou perdes) todos os dias através do que fazes.

📍 Porque continuamos a aceitar o desconforto como se fosse normal?

Há uma série de crenças que te podem estar a prender:

🔹 “Não se pode ter tudo.”
🔹 “Trabalho é trabalho, não é suposto ser bom.”
🔹 “Já investi demasiado tempo nesta carreira.”
🔹 “Não tenho tempo nem energia para recomeçar.”
🔹 “Se mudar agora, vou falhar.”

Estas frases foram passadas de geração em geração.
Mas servem-te mesmo? Ou estão apenas a manter-te num lugar onde já não pertences?

💡 O desconforto não é um castigo — é um sinal.
Um alerta do teu corpo, da tua alma, da tua essência a dizer: “Há algo que já não está alinhado.”

E ignorar esse sinal só vai empurrar o problema para mais tarde…
…onde ele se transforma em exaustão, burnout ou até numa sensação de vazio que não sabes como preencher.

📍 Trabalhar com propósito não é um privilégio — é uma necessidade da alma

Trabalhar com propósito não significa largar tudo e ir viver para Bali.
Nem mudar de carreira de um dia para o outro.
Significa começar a viver em coerência com quem tu és.

É quando:
🔹 As tuas competências se unem aos teus valores.
🔹 O teu dia a dia reflete aquilo em que acreditas.
🔹 Sentes que o teu trabalho contribui para algo que faz sentido.
🔹 Vives com leveza e não apenas a cumprir obrigações.

E sabes qual é o primeiro passo para isso?
Assumir que mereces mais.

📍 No meu programa “Despertar da Essência”, tratamos a dimensão ocupacional como uma das chaves do equilíbrio verdadeiro

O teu trabalho não está separado da tua essência. Ele é parte da tua expressão no mundo.

No programa Despertar da Essência, guio-te num processo profundo e estruturado, onde a dimensão ocupacional é vista como aquilo que ela é:
📌 Um reflexo da tua identidade.
📌 Um canal de realização.
📌 Um espaço onde podes ou crescer… ou adoecer.

📍 Conselho de Mentor – A tua paz interior começa onde termina a tua conformação

Se há algo que aprendi a guiar mulheres que vivem em desequilíbrio ocupacional, é isto:

🔹 Tu não és o teu trabalho — mas o teu trabalho pode refletir quem tu és.
🔹 A tua vocação não tem de ser perfeita — tem de ser verdadeira.
🔹 A tua satisfação profissional começa quando tens coragem de fazer perguntas difíceis — e parar de viver em automático.

E não, não precisas de ter todas as respostas agora.
Só precisas de abrir o espaço certo para começar a ouvir a tua verdade.

Se sentes que é esse o próximo passo, fica atenta.
Ando a preparar algo especial, criado para mulheres como tu — que querem reencontrar-se, também na forma como trabalham e vivem.

🎯 Este é apenas o início de uma nova etapa. Em breve, vou partilhar algo profundo que pode ser o teu próximo passo. Fica por perto.

Porque mereces mais do que apenas sobreviver aos dias.
Mereces sentir-te viva — também no que fazes.

Despedida e assinatura

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