Liberta-te do que já não te serve!

Continuas a Encher “Copos Furados” e Como Isso Te Impede de Seguir em Frente

Já alguma vez sentiste que, por mais que te esforces para melhorar a tua vida, alguma coisa parece estar sempre a drenar a tua energia?

Talvez estejas num momento de mudança.

Queres sentir-te mais leve, mais conectada, mais alinhada contigo mesma. Sabes que há padrões que precisam de ser quebrados, hábitos que já não fazem sentido, relações que já não te acrescentam.

Mas, por mais que tentes avançar, parece que algo te puxa para trás.

Como se estivesses a encher um copo… mas o copo tivesse buracos.

E quanto mais tentas preenchê-lo, mais rápido a água escapa.

A pergunta que te deixo hoje é esta: o que estás a carregar que já não te serve?

O problema de tentar encher “copos furados”

Imagina que tens um copo nas mãos. Cada gota de água que colocas representa os teus esforços – a tua energia, as tuas intenções, as tuas tentativas de mudança.

Agora imagina que esse copo tem pequenas fissuras. Não importa o quanto tentes enchê-lo, a água continua a escapar.

O que são estes buracos?

📌 Crenças que já não te servem – Ideias que aprendeste ao longo da vida, mas que hoje te limitam.
📌 Padrões emocionais repetitivos – Aqueles ciclos que já reconheces, mas que continuam a aparecer.
📌 Relações que drenam a tua energia – Pessoas que manténs na tua vida por hábito, mas que já não te acrescentam nada.
📌 Medos que silenciosamente comandam as tuas decisões – O medo do fracasso, da rejeição, da mudança.

Enquanto continuares a tentar encher um copo cheio de buracos, nunca vais sentir plenitude.

A solução? Deixar ir o que já não te serve.

Mas… porque é que isso é tão difícil?

O apego ao que já devia ter ficado para trás

Se sabemos que algo nos faz mal, porque insistimos em segurá-lo?

Porque ficamos em relações que nos magoam?
Porque mantemos hábitos que nos prejudicam?
Porque permitimos que a opinião dos outros continue a ter tanto peso?

A resposta é simples: o cérebro humano não gosta de perder.

📍 Mesmo quando sabemos que algo não nos faz bem, há uma parte de nós que resiste à mudança.
📍 Preferimos segurar o que é familiar do que enfrentar o desconhecido.
📍 E muitas vezes, carregamos coisas que nos magoam porque, em algum momento, acreditámos que precisávamos delas para sobreviver.

É por isso que algumas mulheres continuam a tolerar relações tóxicas.
É por isso que muitas pessoas vivem presas a um passado que já não existe.
É por isso que, mesmo quando querem mudar, sentem-se bloqueadas.

A boa notícia? Nada disto precisa de ser permanente.

Mas reconhecer o problema é apenas o primeiro passo.

O peso invisível que estás a carregar

Agora, quero que imagines uma mochila.

Ao longo da vida, foste colocando pedras dentro dessa mochila. Algumas representam dores do passado, outras representam crenças que herdaste, outras são medos que nem sabes de onde vêm.

Carregaste tudo isso sem questionar.

Até que, um dia, percebes que a mochila está demasiado pesada. Que não consegues avançar porque o peso que levas contigo tornou-se insuportável.

E, quando tentas correr atrás dos teus sonhos, a carga torna-se um obstáculo.

📌 A tua energia esgota-se rapidamente.
📌 Sentes-te presa aos mesmos padrões repetitivos.
📌 Tentas avançar, mas acabas sempre por voltar ao mesmo ponto.

A questão é: estás disposta a continuar a carregar esta mochila para o resto da tua vida?

Ou será que chegou o momento de abrir a mochila e ver o que realmente precisa de ficar?

Porque não conseguimos “deixar ir” sozinhos?

Aqui está algo que ninguém gosta de admitir: deixar ir é um processo que exige muito mais do que força de vontade.

Se fosse assim tão simples, bastava dizer: “A partir de hoje, não vou mais sentir-me assim”… e pronto, tudo estaria resolvido.

Mas não é assim que funciona.

📍 Porque há bloqueios internos que nem sequer conseguimos ver sozinhos.
📍 Porque há padrões emocionais que foram construídos ao longo de anos.
📍 Porque o cérebro humano resiste à mudança, mesmo quando sabe que precisa dela.

Por isso, muitas mulheres sentem que precisam de ajuda. E não há nada de errado nisso.

Pelo contrário.

Procurar ajuda é um dos sinais mais fortes de que estás pronta para uma verdadeira transformação.

E agora? Vais continuar a segurar o que já devia ter ficado para trás?

Se esta mensagem ressoou contigo, há algo dentro de ti que já sabe a resposta.

Há algo que te diz que está na hora de olhar para o que estás a carregar.

De perceber porque é que, por mais que tentes avançar, algo continua a puxar-te para trás.

De compreender o que realmente precisa de ser libertado.

Se sentes que chegou o momento de aprofundar este processo, estou aqui para te guiar.

O caminho para libertar o que já não te serve não é algo que se faça sozinha. Porque há bloqueios que nem sempre conseguimos ver por nós mesmos. Porque, às vezes, precisamos de alguém que nos ajude a fazer as perguntas certas.

Nos próximos dias, vou explorar mais sobre este tema e como ele impacta a tua vida – acompanha-me no Instagram e na newsletter para continuares esta reflexão. Mas, por agora, deixo-te com esta pergunta: o que estás a segurar que já devia ter ficado para trás?

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